Cronómetro Arco
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Política de privacidade

Em resumo

Esta aplicação não recolhe quaisquer dados pessoais. Não há conta a criar, nem perfil, e nada a seu respeito fica guardado seja onde for.

Envia, isso sim, alguns contadores anónimos, que nos permitem saber se a aplicação serve para alguma coisa e que funções merecem ser mantidas. São simples totais (quantas aberturas hoje, quantas pressões em determinado botão) somados a um número comum. Nada identifica o seu dispositivo, nada regista o que você fez, e dois contadores não podem ser cruzados para reconstituir a sessão de alguém. A secção abaixo diz exatamente o que é contado.

Esses contadores vêm da aplicação para iPhone, iPad e Mac, e da aplicação para telemóveis e tablets Android. A aplicação para relógios Wear OS e a aplicação para Windows não nos enviam absolutamente nada.

O resto não muda: as suas definições não saem do dispositivo, e o que a aplicação envia para comandar outro ecrã vai apenas para os seus próprios dispositivos, na sua rede local.

A ficha de privacidade na App Store diz o mesmo: dados de utilização, interação com o produto, não associados a si e não usados para rastreio. A secção «Segurança de dados» do Google Play descreve-o nos seus próprios termos: atividade na app, e um identificador de instalação que serve apenas para impedir abusos; nenhum deles é alguma vez partilhado, e ambos são encriptados em trânsito.

O que a aplicação guarda no seu dispositivo

As suas definições ficam guardadas localmente, no armazenamento privado da aplicação:

O relógio Wear OS guarda uma única coisa: se já lhe pediu autorização para mostrar a sua notificação de cronómetro em curso. No Windows, as definições ficam guardadas num ficheiro na pasta da aplicação, juntamente com a posição da janela.

Tirando os contadores descritos abaixo, nada disto é enviado nem copiado para outro lado por nós. É apagado quando apaga a aplicação. Consoante as suas definições, pode ficar incluído nas suas cópias de segurança do iCloud ou locais (dispositivos Apple) ou na cópia de segurança da sua Conta Google (Android), que são suas e se regem pela política de privacidade da Apple ou da Google.

O que circula entre os seus dispositivos

A aplicação permite que um dispositivo comande o cronómetro noutros: um relógio, um telemóvel, um tablet ou um computador a conduzir um ou vários ecrãs. iPhone, iPad, Mac, Android e Windows comandam-se todos entre si.

Na rede local. Os dispositivos encontram-se por Bonjour, com o nome de serviço _archerytimer._tcp. O Android e o Windows usam a mesma norma aberta (mDNS / DNS-SD) com as ferramentas do seu próprio sistema. O que os outros dispositivos da rede veem, e só enquanto tiver a partilha ligada, limita-se a: o nome que deu ao dispositivo, o seu tipo (iPhone, iPad, Mac, Android, Windows), o seu identificador aleatório, a versão do protocolo e se já existe um comando ligado. Feita a ligação, só circula o que o cronómetro precisa: comandos (iniciar, pausar, repor), a fase em curso, o tempo restante, as definições da volta, o idioma de apresentação e, no modo arena, a letra atribuída a cada ecrã.

A ligação é cifrada de ponta a ponta (TLS 1.2 com uma chave pré-partilhada derivada do código de quatro dígitos mostrado pelo dispositivo comandado). Um dispositivo sem o código correto não consegue ligar-se. A retoma de sessão TLS está desativada, pelo que gerar um novo código corta mesmo quem já estivesse ligado.

O código QR e a ligação de emparelhamento. Um dispositivo partilhado mostra um código QR ao lado do seu código. Esse código QR contém uma ligação para captarget-timer.web.app/l, seguida do que é preciso para se ligar: o identificador aleatório do dispositivo, o seu código de quatro dígitos, o seu endereço e a sua porta na rede local, o seu nome e o seu tipo. Tudo isso fica depois do # da ligação, a parte que um navegador nunca envia a um servidor: nem nós nem o nosso alojamento a recebemos alguma vez. Se a aplicação estiver instalada, a ligação abre-a diretamente. Caso contrário, a página que se abre lê essas informações apenas no seu navegador, para mostrar o nome do dispositivo e o seu código e propor a instalação da aplicação; não contém qualquer rastreador. A ligação não serve para nada fora da sua rede local, e o código que contém deixa de funcionar assim que é gerado de novo. Partilhe-a só com as pessoas a quem daria o código.

Para ler esse código QR, a aplicação para iPhone e iPad usa a câmara, apenas enquanto o leitor está aberto: a imagem é analisada no dispositivo, e nenhuma fotografia é guardada ou enviada. No Android, a leitura fica a cargo do leitor de códigos fornecido pelos Serviços do Google Play: a aplicação não tem então acesso à câmara e recebe apenas o conteúdo do código. Num telemóvel em que esse leitor não consegue funcionar, a aplicação abre em vez disso o seu próprio ecrã de câmara e só pede acesso à câmara nesse momento: a imagem é analisada no telemóvel, nenhuma fotografia é guardada ou enviada, e a câmara desliga-se assim que o ecrã é fechado. Também pode ler o código QR com a câmara do sistema ou, no Windows, colar a ligação.

Sem rede Wi-Fi. Entre dispositivos Apple, a ligação também pode ir diretamente de dispositivo para dispositivo, sem ponto de acesso. O Android e o Windows precisam de uma rede: a do clube, ou o hotspot de um telemóvel. Em qualquer caso nada passa pela internet e nada chega a um servidor: não temos nenhum.

Com o Apple Watch. A comunicação com o seu Apple Watch emparelhado usa o canal que a Apple disponibiliza entre um relógio e o respetivo iPhone. Fica entre os seus dois dispositivos.

Com um relógio Wear OS. O relógio só fala com o telemóvel Android com que está emparelhado, através da Wearable Data Layer que os Serviços do Google Play disponibilizam entre um relógio e o respetivo telemóvel. O que por ali circula é o mesmo que entre dois dispositivos (comandos, fase, tempo restante, os nomes dos dispositivos comandados). O relógio não tem ligação de rede própria e não nos envia nada.

Autorização de «rede local»: o iOS pede-a na primeira utilização. Recusá-la desliga o comando à distância; o cronómetro local continua a funcionar normalmente.

No Android não é pedida qualquer autorização para a rede local: nem localização, nem «dispositivos próximos». Além da câmara, no caso descrito acima, o único pedido é o de mostrar uma notificação, feito na primeira vez que o cronómetro é iniciado ou partilhado: a notificação indica que há um cronómetro em curso e permite pô-lo em pausa. Recusá-la não muda nada no funcionamento do cronómetro.

No Windows, a aplicação instalada a partir da Microsoft Store declara ela própria as regras de firewall de que precisa para ser comandada na rede local, pelo que o Windows não lhe pergunta nada.

Os contadores anónimos

Ao abrir a aplicação, ao fechá-la e em algumas pressões de botão, a aplicação soma um a um total comum. Tudo o que fica guardado do nosso lado resume-se a uma data e a uma lista de números:

Nada mais. Nenhum identificador acompanha um contador, não é guardada qualquer hora exata, e não existe registo algum que permita decompor o total de um dia em sessões individuais. Não podemos saber que duas dessas pressões vêm do mesmo telefone, e mais ninguém que leia a base de dados o pode saber.

Os dois números que pareceriam exigir saber quem é você não o exigem. É o seu próprio dispositivo que decide, a partir de um indicador guardado localmente, se este é o seu primeiríssimo arranque e se já foi contado hoje; do telefone só sai o «+1».

Android. A aplicação Android envia exatamente os mesmos contadores, guardados numa coleção distinta da dos dispositivos Apple, para que os números de cada plataforma fiquem separados. Só o nome dessa coleção diz que vêm do Android.

Wear OS e Windows. O relógio Wear OS e a aplicação para Windows não enviam qualquer contador, nem quaisquer outros dados, a ninguém. Quando um relógio conduz uma sessão, é o telemóvel que a conta, uma vez, entre os seus próprios contadores.

A conta anónima. Para que ninguém possa inflacionar os totais, uma escrita só é aceite de uma aplicação com sessão iniciada anonimamente. Essa conta é criada pela própria aplicação: não contém nome, nem endereço de e-mail, nem nada que tenha escrito, e nunca é inscrita ao lado de um contador. Ao lado, guardamos um pequeno registo por instalação, que retém quantas escritas fez num dado dia, para que nenhuma conta possa falar mais alto do que uma pessoa. Não diz nada sobre o que foi contado.

A verificação da aplicação. Para garantir que uma escrita vem mesmo da nossa aplicação e não de um script, cada envio leva um token de verificação emitido pelo sistema: o App Attest da Apple no iPhone, iPad e Mac, o Play Integrity da Google no Android. Esse token atesta que a aplicação é autêntica e foi instalada normalmente; não contém qualquer informação sobre si, não é guardado com os contadores e só é verificado no momento do envio.

Quem trata destes dados. Os contadores são alojados pela Google Firebase (Cloud Firestore, Authentication e App Check), agindo segundo as nossas instruções. Como qualquer servidor, a Firebase vê o endereço IP da ligação; usa-o para proteger o serviço contra abusos, e nós não o recebemos nem o guardamos. Se o seu dispositivo não tiver ligação, ou se tiver ativado o modo de dados reduzidos (dispositivos Apple) ou a Poupança de dados numa rede com tráfego limitado (Android), não é enviado absolutamente nada e a contagem simplesmente perde-se. O cronómetro não é afetado e não diz nada sobre isso.

Aquilo a que a aplicação nunca acede

Nem localização, nem contactos, nem fotografias, nem microfone, nem dados de saúde ou de atividade, nem calendário, nem lista de contactos. A câmara serve apenas para ler um código QR, como descrito acima. A aplicação não lê qualquer sensor. Reproduz som em segundo plano, que é a razão de ser de um cronómetro pousado no chão com o ecrã bloqueado; no Android, é por isso que mostra uma notificação enquanto um cronómetro está em curso ou partilhado. Não grava nada.

O cronómetro em si funciona inteiramente sem ligação à internet. Nada do que faz atrás da linha de tiro precisa dela: sem ligação, os contadores acima simplesmente perdem-se, e mais nada muda.

Ligações para fora

O ecrã de definições oferece uma ligação para a página da loja da aplicação CapTarget Archery, e a estrela no topo do ecrã oferece uma para a página de avaliação desta aplicação. Abrir qualquer uma delas leva-o à App Store ou ao Google Play, onde se aplicam as condições e a política de privacidade da Apple ou da Google.

As pressões nestes dois botões são contadas, sob a forma de totais em bruto sem nada associado, porque é a única maneira de saber se merecem o lugar que ocupam. Não ficamos a saber nada do que faz depois de a loja estar aberta.

O que a Apple, a Google e a Microsoft nos podem transmitir

Não integramos qualquer ferramenta de relatórios de falhas, nem publicidade, nem rastreadores de terceiros. Os contadores anónimos descritos acima são a única medição presente na aplicação, e escrevemo-los nós em vez de acrescentar o kit de outra pessoa.

A Apple pode, além disso, mostrar-nos números agregados no App Store Connect (transferências, falhas, versões do sistema) se tiver aceitado partilhar essa informação com os programadores nas definições do iOS. Chega-nos agregada e anónima: não permite identificá-lo. Pode desativá-la em Definições > Privacidade e segurança > Análise e melhorias.

Da mesma forma, a Google (na Play Console) e a Microsoft (no Partner Center) mostram-nos números agregados sobre instalações e falhas, consoante as definições de diagnóstico do seu dispositivo. Também não permitem identificá-lo.

Crianças

A aplicação não recolhe dados pessoais, também não de crianças. Não tem publicidade, nem conteúdos criados por utilizadores, nem forma de comunicar com terceiros. Os contadores descritos acima são totais anónimos, e não diferem em nada para uma criança.

Os seus direitos (RGPD)

Não detemos quaisquer dados pessoais a seu respeito. Os contadores são totais anónimos. Depois de o «+1» ser somado a um número comum, não resta nada que lhe diga respeito: nada para comunicar, retificar ou apagar, e nenhuma maneira de encontrarmos a «sua» entrada, ainda que a pedisse.

O único registo guardado por instalação é o registo antiabuso descrito acima. Contém um número de escritas e uma data, e nunca é cruzado com o que foi contado. Apagar a aplicação põe-lhe fim: a conta anónima vive no seu dispositivo, e uma nova instalação é uma conta nova.

Tudo o resto aqui descrito fica sob o seu controlo, no seu dispositivo. Para o apagar, elimine a aplicação.

Se ainda assim considerar que os seus direitos não estão a ser respeitados, escreva para support@captarget-archery.com. Pode também apresentar queixa junto da autoridade de proteção de dados do seu país (em Portugal, a CNPD).

Alterações

Se esta política mudar, muda a data no topo desta página, e a versão em vigor é a publicada neste endereço. Uma alteração que alargasse o que a aplicação transmite seria anunciada nas notas de versão.

Contacto

support@captarget-archery.com